Vampeta, Túlio e Dadá Maravilha pedem volta do futebol raiz em vídeo da Kaiser – Inteligência de Mercado

Vampeta, Túlio e Dadá Maravilha foram escalados pela Kaiser para a nova campanha, que tenta resgatar o futebol tradicional.

A cerveja apresenta a ação “Pela volta do futebol de verdade” e convoca os três ex-jogadores para a tradicional resenha na mesa de um boteco. Tratam basicamente do futebol Nutella x futebol raiz.

Conhecidos por algumas polêmicas, eles relembram os velhos tempos do esporte, a cultura do drible raça, a emoção e as brincadeiras. Alfinetam, por exemplo, as “chuteirinhas coloridas”, os penteados e o “coramão” nas comemorações (gesto com as mãos para formar um coração).

Em um dos seis filmes, Vampeta finge comemorar um gol, tira a camisa e leva cartão vermelho do garçom, a autoridade máxima dentro do bar.

A campanha contará com vídeos para a TV, spots de rádio, peças de mídia exterior e digital. Segundo a marca, a ideia é pedir aos fãs de futebol para retomarem as tradições do esporte mais amado do Brasil.

“A Kaiser valoriza o lado positivo do comportamento masculino, simples, sincero e direto ao ponto, sempre com bom humor”,  diz Gustavo Hila, gerente de marketing da marca.

Ele conta que um dos objetivos é gerar a reflexão sobre o que era o futebol de antigamente e estimular a volta da autenticidade, objetividade e simplicidade aos gramados.

“Os jogadores tinham atitude e opinião de verdade. É praticamente um consenso que, hoje em dia, esse universo ficou muito pasteurizado, sem surpresas”, afirma Rodrigo Tórtima, diretor de criação da Talent Marcel, agência responsável pela ação.

Tórtima diz que, como o tema é rico e gera muito assunto, quem gosta de cerveja e futebol acaba participando da campanha naturalmente.

CHEIOS DE GRAÇA

Vampeta, Túlio e Dadá são muito lembrados pela irreverência.

O velho Vamp, por exemplo, se imortalizou pelas cambalhotas em Brasília no encontro com Fernando Henrique Cardoso, presidente à época, após o título da Copa do Mundo de 2002. O meio-campista defendeu grandes clubes como Corinthians e Flamengo.

Dadá fez sucesso no Atlético Mineiro e se sagrou campeão do mundo com a seleção em 1970. Com bom cabeceio, ganhou o apelido de beija-flor. “Nunca aprendi a jogar futebol pois perdi muito tempo fazendo gols” é uma das frases do atleta.

Túlio ganhou projeção em meados de 1995 com o Botafogo —
época em que acrescentaram o apelido Maravilha— e também vestiu a camisa do Brasil.

Uma das maiores lembranças é um gol contra a Argentina, pela Copa América de 1995, em que dominou a bola com o braço antes de finalizar. O gol levou a partida das quartas de final empatada em 2 a 2 aos pênaltis. No fim, o Brasil levou a melhor e se classificou para as semifinais.

Na contas do artilheiro, bateu a marca de mil gols em 2014, aos 44 anos, quando defendia o Araxá, de Minas Gerais. No ano passado, aproveitando o sucesso de Luis Fonsi, com “Despacito”, Túlio gravou sua versão “Mil Golzito”.

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Créditos:

Folha

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