SUV Nissan X-Trail volta ao Brasil só na próxima geração, sem ser híbrido

Utilitário retornará ao mercado em versões convencionais para brigar com Jeep Compass e Honda HR-V Touring

Por
Rodrigo Ribeiro

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13 fev 2019, 15h57 – Publicado em 13 fev 2019, 15h15

O X-Trail só seria viável no Brasil se fosse nacional ou importado da Argentina ou México

O X-Trail só seria viável no Brasil se fosse nacional ou importado da Argentina ou México (Divulgação/Nissan)

A Nissan está decidida a trazer o SUV compacto-médio X-Trail de volta ao Brasil, mas esqueça a unidade híbrida exibida no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro passado.

O utilitário esportivo, que concorre no segmento do Jeep Compass, só será importado depois que trocar da terceira para a quarta geração.

A terceira geração do X-Trail, também chamada de Rogue em alguns mercados, veio em 2013

A terceira geração do X-Trail, também chamada de Rogue em alguns mercados, veio em 2013 (Divulgação/Nissan)

A apresentação do novo X-Trail deve acontecer na Europa ainda este ano, mas o início das vendas no Brasil não acontecerá antes de 2020.

Versão vendida por aqui terá câmbio automático e motorização a gasolina e/ou elétrica

Versão vendida por aqui terá câmbio automático e motorização a gasolina e/ou elétrica (Divulgação/Nissan)

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O que já foi definido, segundo o presidente da Nissan no Brasil, Marco Silva, é que a versão híbrida está completamente descartada. “Vamos buscar outras tecnologias”, disse o executivo.

Porta-malas pode receber dois assentos extras

Porta-malas pode receber dois assentos extras (Divulgação/Nissan)

O maior entrave está no fato de que o X-Trail, em princípio, viria de fora do eixo Mercosul-México – provavelmente de Europa ou Japão -, o que significa que pagará alíquota cheia de Imposto de Importação, 35%.

SUV tem 2,70 m de entre-eixos e 4,64 m de comprimento

SUV tem 2,70 m de entre-eixos e 4,64 m de comprimento (Divulgação/Nissan)

Para driblar isso, de acordo com Silva, será necessário ou investir em produção na América Latina, ou em versões que paguem o menor percentual possível de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

É aí que pode entrar na jogada uma versão 100% elétrica, que paga entre 7% e 9% de alíquota pelos parâmetros do programa Rota 2030, ao invés do teto de 25%.

Versões com propulsor a combustão também devem entrar na gama do produto.

Fonte: Revista Quatro Rodas

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