Momento econômico, político e social exerce influência sob gestores de RH, segundo pesquisa

A pesquisa “Novo Mundo, Novo RH”, executado pela DOM Strategy Partners com o apoio da ProPay S.A, realizada entre os meses de fevereiro e março de 2018 com 594 VPs e Diretores de RH das 1000 maiores empresas do Brasil, revela que para 78% dos entrevistados, a questão humana/profissional nas empresas deve receber menos investimentos do que o necessário.

O país sofreu uma recessão e saiu de uma forma tímida sempre cercado de impasses políticos. Frente ao importante momento atual que as empresas estão vivendo e um mercado de trabalho brasileiro vulnerável, 81% dos executivos de RH estão conscientes que esta é época de uma lenta retomada de investimentos, recheada de incertezas políticas, sociais, comportamentais, tecnológicas, econômicas e de negócio.

Para Ricardo Lopes, Diretor de Benefícios da ProPay S.A, cenários políticos e econômicos estáveis são mais propícios ao ambiente empresarial, uma vez que permitem uma visão de mais longo prazo. “Uma política macroeconômica em equilíbrio somada a um ambiente microeconômico moderno que incentive o espírito empreendedor, com certeza estimulam o empresário a novos investimentos incrementando as ações do RH na busca de novos talentos e competências, bem como no desenvolvimento contínuo da equipe”, conta o diretor.

O cenário político, econômico e social que o país vive hoje interfere no ambiente corporativo e provoca mudanças na maneira em que às áreas são vistas e na forma que conduzem suas atividades. 59% dos entrevistados acreditam que o RH deve deixar de ser visto somente como área meio, aceleradora de resultados e sustentadora do presente (talentos, competências, clima). Essa área passará a ser vista e medida como produtora de valor sustentável e garantidora do futuro (sucessão, ativos, cultura) da Organização

“Uma área que cuida do capital intelectual que é o patrimônio mais valioso de uma empresa não pode ser considerada uma área meio. Hoje um líder de RH tem grandes desafios como a tomada de decisão com relação a demitir, contratar ou substituir, e com o nosso panorama político e econômico, o processo de tomada de decisão acaba sofrendo influências”, explica o CEO da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti.

64% dos entrevistados também acham que as mudanças nas estruturas da sociedade e as pressões sociais são fatores importantes que motivam as mudanças nas organizações. Além de transformações sociais e tecnológicas, 61% das pessoas ouvidas na pesquisa, acreditam que educação e autoeducação são elementos facilitadores das mudanças necessárias e desejáveis frente aos novos desafios impostos pelo mercado.

Sobre educação, o economista e professor Eduardo Giannetti, em palestra feita no HR Hub (evento realizado pela ProPay para líderes de RH e palco de lançamento da pesquisa) enfatizou a responsabilidade da área de RH em um processo importante como o de recrutamento. “Muitas vezes não é questão de testar o conhecimento específico que a pessoa tem, mas é saber se aquela pessoa tem disposição de aprender, se ela está empenhada em se aprimorar e quais são os traços de personalidade dela com relação ao conhecimento”, comentou Giannetti.

Website: http://www.propay.com.br

DINO
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Fonte: DINO – PORTAL TERRA

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