Com ambiente externo favorável, Ibovespa abre em alta

Às 10h23, o Ibovespa subia 0,72% aos 74.934 pontos, enquanto a PN da petroleira subia 1,49% e o barril do Brent para setembro tinha alta de 0,89%

Por
Karla Spotorno, do Estadão Conteúdo

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12 jul 2018, 12h08

São Paulo – O Ibovespa abriu em alta, alinhado à recuperação das ações e índices futuros no exterior e ao bom humor global com emergentes. O real segue em alta perante o dólar, o qual também perde valor ante as divisas pares do Brasil.

Apesar de ter reduzido ganhos nos últimos minutos, o petróleo segue com valorização nos mercados futuros de NY (Nymex) e Londres (ICE), comportamento que favorece a Petrobras. Às 10h23, o Ibovespa subia 0,72% aos 74.934 pontos, enquanto a PN da petroleira subia 1,49% e o barril do Brent para setembro tinha alta de 0,89%.

O enfraquecimento do dólar ante moedas desenvolvidas e emergentes, inclusive o real, ficou mais intenso após a divulgação da inflação ao consumidor dos EUA (CPI). O indicador subiu 0,1% em junho ante maio, abaixo da previsão de alta de 0,2%.

Voltando à bolsa, o que pode vir a ser um limitador para os ganhos é o mal-estar com o descontrole fiscal. A aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), concluída esta madrugada na Câmara com a derrubada da proibição de reajustes nos salários dos servidores para 2019, fará as agências de classificação de rating olharem o Brasil com uma lupa maior, na avaliação do sócio da SP Capital, Fábio Susteras. Ele avalia, entretanto, que a derrubada da proibição já estava em boa medida nos preços dos ativos.

Em tempo: as vendas do comércio varejista caíram 0,6% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 3,90% a ligeiro avanço de 0,10%, com mediana negativa de 0,70%. Na comparação com maio de 2017, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 2,7% em maio de 2018. Nesse confronto, as projeções iam de uma queda de 4,90% a alta de 4,60%, com mediana positiva de 2,80%.

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Fonte: Exame

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