O que cai na prova SESI SP

Seguem abertas as inscrições para o concurso público do Serviço Social da Indústria e Departamento Regional de São Paulo (SESI SP).

As chances são para cargos de Professor (nível superior) para atuar em diversas cidades do estado com salários de até R$ 5,3 mil!

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Caso você planeje garantir sua aprovação, saiba o que será cobrado na prova!

Inscrições

As inscrições podem ser realizadas no site da organizadora, IGD-RH, até às 23h59min do dia 06 de julho de 2017.

A taxa para participação é de R$ 29,50 e o pagamento do boleto deve ser realizado até o dia 07 de julho.

Como será a prova?

Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas, previstas para o dia 06 de agosto de 2017, sendo compostas por 50 questões de múltipla escolha.

Conheça o Conteúdo Programático da prova e dê início a sua preparação!

O que cai na Prova?

Língua Portuguesa (para todos os cargos): Interpretação de Texto: As questões de Língua Portuguesa têm por objetivo verificar a capacidade de leitura, compreensão e interpretação de texto, bem como, a habilidade de usar a linguagem como meio para produzir, expressar e comunicar ideias em diferentes situações. Tipos de textos; Linguagem verbal e não verbal; Conteúdo do texto; Relações semântico-discursivas entre ideias no texto e os recursos linguísticos usados em função dessas relações; Modalizações no texto e os recursos linguísticos usados em função dessas modalizações; Níveis de linguagem; Linguagem denotativa e linguagem conotativa; Figuras de linguagem (comparação, metáfora, eufemismo, prosopopeia, onomatopeia, antítese, paradoxo, hipérbole, perífrase, silepse, hipérbato, metonímia, ironia, sinestesia, aliteração); Fenômenos semânticos: sinonímia, homonímia, antonímia, paronímia, hiponímia, hiperonímia, ambiguidade; Ordem das palavras/orações no enunciado; Estrutura do enunciado; Discursos direto e indireto; Escrita do texto.

Professores – SESI-SP – Conhecimentos Pedagógicos

Professor de Educação Básica I (Auxiliar Docente / Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano / Programa de Alfabetização Intensiva-): BRASIL LEI Nº 9394/96 DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB; BRASIL RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 13 DE JULHO DE 2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica; DOLZ, J. e SCHNEUWLY, B. Gêneros Orais e escritos na escola. Campinas (SP): Mercado de Letras; 2004; FERRERO, Emília. Reflexões sobre a alfabetização. São Paulo: Cortez, 2000; COLELLO, S.M.G. A escola que (não) ensina a escrever. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2012; FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra; LA TAILLE, Yves et alii. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992; LERNER, Delia – Ler e escrever na escola o real, o possível e o necessário – Artmed, 2002; MANTOAN, Maria Teresa Eglér. PRIETO, Rosângela Gavioli. Inclusão Escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006; RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2001; SMOLE, Kátia Stocco et al. Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001; TEBEROSKY, Ana; COLOMER, Teresa. Aprender a ler e a escrever: uma proposta construtivista. Porto Alegre: Artmed, 2003; WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002; ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998; VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas (org.). Avaliação formativa: Práticas inovadoras. Campinas, SP: Papirus, 2011; ARANHA, Maria Salete Fábio. Projeto Escola Viva: garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: necessidades educacionais especiais dos alunos Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005; DEMO, P. Educar pela Pesquisa. 8ª Ed. Campinas: Autores Associados, 2007; BRASIL LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência); SOLÉ. I. Estratégias de Leitura. Porto Alegre: Artmed, 1998; MORAN, José Manoel; MASETTO, Marcos. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

Professor de Educação Básica II, III, Professor Tutor de Educação a Distância e Professor Tutor de Educação a Distância Espanhol: BRASIL LEI Nº 9394/96 DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB; BRASIL RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 13 DE JULHO DE 2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica; CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002. CORTELLA, Mário S. A escola e o conhecimento. São Paulo: Cortez, 1998. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2000; COLELLO, S.M.G. A escola que (não) ensina a escrever. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2012DOLZ, J. e SCHNEUWLY, B. Gêneros Orais e escritos na escola. Campinas (SP): Mercado de Letras; 2004; LA TAILLE, Yves et alii. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992; MANTOAN, Maria Teresa Eglér. PRIETO, Rosângela Gavioli. Inclusão Escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006; MORAN, José Manoel; MASETTO, Marcos. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000; RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2001; WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002; ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998; VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas (org.). Avaliação formativa: Práticas inovadoras. Campinas, SP: Papirus, 2011; DEMO, P. Educar pela Pesquisa. 8ª Ed. Campinas: Autores Associados, 2007; BRASIL LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência); SOLÉ. I. Estratégias de Leitura. Porto Alegre: Artmed, 1998; ARANHA, Maria Salete Fábio. Projeto Escola Viva: garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: necessidades educacionais especiais dos alunos Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005. BACICH, L.; TANZI NETO, A.; TREVISANI, F. M. (Org.). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015; GABRIEL, Martha . Educ@r-a (r) evolução Digital na Educação. São Paulo: Ed Saraiva, 2013; MATTAR, João. Web 2.0 e redes sociais na educação. São Paulo: Artesanato Educacional, 2013.

Critérios de Aprovação

Os candidatos considerados habilitados serão àqueles que obtiverem, no mínimo, 50% de aproveitamento na prova objetiva.

Para maiores informações e acesso ao edital, confira a página do Concurso SESI SP!

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SESI SP

Créditos:

Nova Concursos

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