O Impeachment de Dilma é a solução?

Quanto mais as delações premiadas e as investigações do Ministério Público Federal (MPF) fecham o cerco contra os políticos próximos ao governo, mais a confirmação do impeachment ou de uma mais provável renúncia da presidente Dilma Rousseff ganha força. Nas rodas de conversa e na imprensa, já se discute abertamente as consequências econômicas e políticas da desejável e benéfica saída antecipada da chefe do Executivo Federal. Mas, afinal, seria esta a solução para o flagelo da política nacional em sua essência? Foto Dilma

Ainda que as consequências de seu desgoverno deliberado sejam nefastas para os brasileiros, Dilma Rousseff é apenas uma agente medíocre dentro de organizações gigantescas, cujas dimensões transcendem inclusive o já imenso Foro de São Paulo (entidade estratégica e criminosa que tenta para implantar o comunismo na América Latina). Com a quantidade de dinheiro e de cérebros à disposição dessas organizações, substituir a presidente por outro menos suspeito e mais inteligente, após o impeachment, é mera questão de tempo.

Por mais conspiratório e fantasioso que possa parecer para as mentes menos informadas e mais inocentes, esta é a mais pura realidade da política brasileira e mundial, desde que fundações multinacionais resolveram aplicar seu tempo e infindáveis recursos na construção de um governo mundial. Esses grupos são financiados por aqueles que o filósofo Olavo de Carvalho chama de metacapitalistas, ou seja, capitalistas que aumentaram de tal forma as suas fortunas a ponto não de não desejarem mais a ‘perigosa’ concorrência do livre mercado, o qual fazem de tudo para controlar. Em relação a este esquema, o PT, de Dilma Rousseff, exerce a notável função de marionete.

Onde quero chegar?

Na verdade, os agentes e as relações na macroescala do poder mundial e o nível de infiltração que lograram atingir nas mais variadas instituições existentes são muito complexos e intrincados para caber neste breve artigo sobre o impeachment de Dilma Rousseff. O ponto onde quero chegar é que a ação desses mega grupos só pode prosperar quando o nível cultural de um povo está muito baixo, a ponto de não se perceber as distorções entre o discurso e a ação nem as implicações reais das medidas executadas pelos entes governamentais.

Desta forma, se me perguntarem se o impeachment de Dilma Rousseff será a solução para a política brasileira, a resposta obviamente é não, pois se estaria tentando solucionar um problema por suas consequências e não por suas causas. É como tentar usar uma colher para esvaziar uma pia entupida sem antes desligar a torneira: esforço inútil. A degradação da política nacional e todos os seus efeitos nefastos só serão resolvidos, em sua essência, quando um grupo de pessoas sábias, unidas pelo espírito da verdade, se ocupar em formar novas pessoas sábias. Este é ao mesmo tempo o antídoto e a vacina de uma doença que tem na presidente Dilma apenas um doloroso sintoma.

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