Minha postura no atual contexto político

A política é constantemente definida como o conjunto de meios que permitem obter determinado fim. Este “fim” é geralmente classificado como o “bem comum”. Como existem inúmeras maneiras de se atingir uma mesma finalidade, os partidos políticos funcionam como catalisadores das diferentes formas de conseguir algo. Esses partidos são dispostos em dois tipos de correntes, conforme suas predisposições ideológicas. De forma simplificada, a Esquerda é a linha que defende a distribuição de renda mais igualitária através do Estado. Já a Direita busca um Estado menor e tem no “mérito”, o critério principal para geração de renda.

Nos últimos trinta anos, logo após a Ditadura Militar, o Brasil deu uma acentuada guinada à Esquerda, movido pela estratégia revolucionária de Antonio Gramsci. Isso significa que o Estado ficou maior, mais centralizador e burocrático, aumentando as brechas para a corrupção. Com a entrada do PT no poder, a esquerda deu um salto ainda maior, com a integração no mínimo questionável entre partidos de várias nações da América Latina em torno de uma organização chamada Foro de São Paulo. Esse esquema, fundado “na união dos diferentes contra os antagônicos”, elegeu vários presidentes no continente.

Além de adotar a estratégia de infiltrar membros em qualquer tipo de instituição a fim de tomar-lhe o controle, e de promover a revolução através da cultura, esses grupos de esquerda fomentam o conflito entre ricos e pobres, negros e brancos, heteros e homossexuais, e quaisquer outros grupos que tenham relações dicotômicas, sempre mascarando sua atuação perversa sob o manto discursivo da “justiça social”. Em escala crescente, tornam a sociedade dependente do Estado, sufocam a iniciativa empresarial e usam a corrupção de forma estratégica para bancar a disseminação de seus projetos. Tudo isto, com a conivência de grupos de comunicação que, não levando a público o esquema do qual obtém vantagens, relegam ao absurdo aqueles que o denunciam.

Minha postura política não pode ser definida como Direita ou Esquerda, pois nenhuma nomenclatura encerra em si a solução para os problemas pontuais da nação. Antes, sou um partidário da verdade, cuja busca incessante e honesta permite vislumbrar a ordem implícita de todas as coisas. No entanto, diante de tudo o que está exposto, é inegável que, no atual contexto político, o país precisa urgentemente do regresso de valores mais próximos da corrente da Direita, para conter o tsunami esquerdista que varreu a América Latina após a Ditadura Militar. Valores como: a livre iniciativa, o mérito e a família, que diminuem a onipresença do Estado e aumentam a autonomia do indivíduo.

Caso contrário, caminhamos a passos largos para nos tornarmos um regime socialista e sofrermos todos os danos econômicos, humanos e culturais que este tipo de regime já provocou pelo mundo.

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