Investimentos passam pela organização financeira | Finanças Pessoais

A escolha de um plano de previdência complementar exige disciplina para organizar as contas e reservar uma parte do orçamento para o futuro. De acordo com o diretor-executivo da G9 Investimentos, Gustavo de Carvalho Chaves, a melhor opção passa pela definição dos rendimentos futuros, da avaliação do padrão de vida atual e de quanto será necessário investir para mantê-lo. “Em muitos casos, é preciso fazer uma ajuste no orçamento hoje para garantir os ganhos lá na frente”, complementa ele.

Portanto, é preciso fazer um planejamento que vise a eliminar as dívidas, reduzir os gastos e reservar um montante para as aplicações. A estratégia recomendada pelo planejador financeiro é alocar no início 20% deste dinheiro em um seguro de vida, para dar garantiras à família, e o restante em títulos e fundos de longo prazo. Além da previdência privada, Chaves lembra que é possível escolher investimentos de renda fixa, como o Tesouro Direto e CDBs, que garantam ganhos acima da inflação.

Já para quem decidir pela contratação de um plano, a recomendação do educador financeiro é procurar por instituições seguras e de baixíssimo risco, além de pesquisar o valor das cobranças sobre o serviço. A previdência privada costuma ter taxas de administração, que para não comer os lucros devem se manter em até 1% ao ano, e taxas de carregamento, que são cobradas nas aplicações.

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Créditos: Gazeta do Povo

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