”É um passo na direção certa”, diz IATA sobre cobrança de bagagens; leia comunicado na íntegra

SÃO PAULO – As novas regras de transporte aéreo da Anac, que permite que as aéreas cobrem pelo despacho de bagagens em voos nacionais e internacionais, é, para o MPF (Ministério Público Federal) “ilegal” e uma violação aos direitos do consumidor, além de ter sido criticada pelos próprios turistas brasileiros.

Um órgão, entretanto, demonstrou apoio à medida: em comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) afirma que as mudanças nas regras “são um passo na direção certa e aproximam o Brasil de uma maior harmonização com as melhores práticas internacionais de viagens aéreas”.

A associação também afirma que apoia a ideia de que o Brasil as práticas vão permitir que as tarifas brasileiras sejam mais competitivas, principalmente por essas serem práticas comuns em companhias aéreas de outros países. Ela ainda afirma que outras medidas devem ser feitas.

Confira, abaixo, o comunicado na íntegra:

“As mudanças nas regras de transporte aéreo da ANAC, são um passo na direção certa e aproximam o Brasil de uma maior harmonização com as melhores práticas internacionais de viagens aéreas.

O Brasil é um dos principais mercados de transporte aéreo e é o quinto maior mercado interno do mundo. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), observou que quando os governos trabalham para manter a regulamentação em linha com as melhores práticas internacionais e seguir acordos como a Convenção de Montreal, a indústria oferece maior escolha de destinos adicionais e de tarifas mais competitivas para os passageiros.

A IATA encoraja o governo a assegurar um processo de consulta aberta com as companhias aéreas e com outros stakeholders para melhora, ainda mais, o ambiente regulatório do transporte aéreo no Brasil. Ainda há áreas significativas que exigem melhorias e a IATA espera poder continuar a envolver-se com o governo para conseguir estas mudanças necessárias.”

Malas de viagem

Créditos:

Infomoney

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