Diretor de Escola – SEE SP

O Concurso público para o cargo de Diretor de Escola (SEE SP), já possui edital disponível.

São 1.878 vagas divididas entre todas as diretorias regionais de ensino do estado de São Paulo.

Para concorrer aos cargos, os candidatos devem possuir graduação completa em pedagogia ou pós-graduação na área de educação.

O salário inicial é de R$ 3.834,00. Se você planeja concorrer e garantir uma das vagas, saiba o que é preciso estudar para a prova!

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Inscrições

As inscrições podem ser realizadas pelo site da organizadora, Instituto Nosso Rumo, no período das 10h do dia 03 de julho até às 23h59min do dia 17 de julho de 2017. A taxa para participação é de R$ 82,73.

Como será a prova?

A avaliação será por meio de provas objetivas (1ª fase) e de títulos e experiência profissional (2ª fase).

As provas objetivas, previstas para o dia 03 de setembro de 2017, terão duração de 5 horas, a serão realizadas nas cidades-sede das 91 Diretorias Regionais de Ensino da SEE-SP.

Serão compostas por 70 questões de múltipla escolha versando sobre disciplinas de Conhecimentos Básicos e Específicos. Será considerado habilitado para a segunda fase o candidato que obtiver nota igual ou superior a 50 pontos na prova objetiva.

O que cai na Prova?

Conhecimento de:

♦ Papel social da educação e a função social da escola na sociedade contemporânea e no contexto local.

♦ Princípios e diretrizes de políticas educacionais nacionais e da SEE-SP no contexto social e de desenvolvimento do País e do Estado de São Paulo, bem como a sua implementação.

♦ Princípios e mecanismos institucionais, legais e normativos de organização, desenvolvimento e avaliação do sistema de ensino e da escola.

Bibliografia: Publicação Institucional: BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Conselho Nacional da Educação. Câmara Nacional de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.

Legislação: BRASIL. Constituição da Republica Federativa do Brasil (1988). (Artigos 5º, 6º; 205 a 214). 2. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB. 3. BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. 4. SÃO PAULO. Lei nº 16.279, de 08 de julho de 2016. Plano Estadual de Educação de São Paulo. 5. SÃO PAULO. Constituição Estadual (1989). (Artigo 129).

Livros e Artigos: 1. AZANHA, José Mário Pires. Democratização do ensino: vicissitudes da ideia no ensino paulista. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 335-344, maio/ago. 2004. 2. GOMES, Candido Alberto. A escola de qualidade para todos: abrindo as camadas da cebola. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 13, n. 48, jul./ set. 2005. 3. GOMEZ-GRANELL, Carmen; VILA, Ignacio (Org.). A cidade como projeto educativo. Porto Alegre: Artmed, 2003. 4. TEIXEIRA, Anísio. A escola pública universal e gratuita. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v. 26, n. 64, p. 3-27, out./dez. 1956. 5. TORRES, Rosa Maria. Itinerários pela educação latinoamericana: caderno de viagens. Porto Alegre: Artmed, 2001. 6. SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre a educação política. Campinas, SP: Autores Associados, 2008.

Conhecimento de:

♦ Gestão democrática e participativa.

♦ Princípios legais de direitos humanos.

♦ Composição e atribuições de instituições colegiadas e auxiliares da escola.

♦ Estratégias para caracterizar o perfil socioeconômico e cultural de comunidades.

♦ Identidade, cultura e clima escolar e práticas cotidianas da escola.

♦ Representações sociais sobre diversidade, gênero e etnia.

♦ Estratégias de mobilização e participação.

♦ Rede protetiva e justiça restaurativa.

♦ Parceria escola-comunidade.

♦ Estratégias de mobilização da comunidade para a participação da comunidade nas ações da escola.

Bibliografia: Publicação Institucional: 1. SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Bullying. Brasília: Conselho Nacional de Justiça, 2010. 2. BRASIL. Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. 3. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania; caderno 1, parte II. Brasília: MEC/SEB, 2004. 4. SÃO PAULO (Estado). Ministério Público do Estado de São Paulo. Curso de introdução à justiça restaurativa para educadores: manual prático. 2012.

Legislação: 1- BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança do Adolescente – ECA (Artigos 1º a 6º; 15 a 18; 60 a 69). 2- BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB. 3- BRASIL. Lei nº 7.398, de 4 de novembro de 1985. Dispõe sobre a organização de entidades representativas dos estudantes de 1º e 2º graus e dá outras providências. 4- SÃO PAULO. Decreto nº 12.983, de 15 de dezembro de 1978. Estabelece o Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres. 5- SÃO PAULO. Decreto nº 50.756, de 3 de maio de 2006. Altera o Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres, estabelecido pelo Decreto nº 12.983, de 15 de dezembro de 1978. 6- SÃO PAULO. Decreto 55.588, de 17 de março de 2010. Dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo e dá providências. 7- SÃO PAULO. Deliberação CEE nº 125/14. Dispõe sobre a inclusão de nome social nos registros escolares das instituições públicas e privadas no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo e dá outras providências correlatas. 8- SÃO PAULO. Resolução SE nº 45 de 18-08-2014. Dispõe sobre o tratamento nominal de discentes transexuais e travestis, no âmbito da Secretaria da Educação. 9- SÃO PAULO. Lei Complementar 444, de 27 de dezembro de 1985. Dispõe sobre o Estatuto do Magisterio Paulista. (artigo 95).

Livros e Artigos: 1- ABRAMOVAY, Miriam (Coord.). Juventudes na escola, sentidos e buscas: por que frequentam? Brasília, DF: MEC, 2015.

Para maiores informações e acesso ao edital, confira a página do Concurso SEE SP!

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Créditos:

Nova Concursos

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