Ativistas lutam pela libertação de animais explorados em testes

Vários estados dos EUA introduziram legislação exigindo que os laboratórios coloquem os animais para adoção após a conclusão da pesquisa. Crédito: Reprodução

Vários estados dos EUA introduziram legislação exigindo que os laboratórios coloquem os animais para adoção após a conclusão da pesquisa | Foto: Reprodução

O fim da exploração de animais em testes de laboratório é uma importante pauta dos defensores dos direitos animais há décadas.

No imaginário das pessoas, ratos, coelhos e chimpanzés são os animais mais frequentemente associados a experimentos. No entanto, cães, especialmente os beagles, também são explorados em testes cruéis.

Depois que os animais são torturados nos laboratórios, eles são descartados como se fossem objetos.

Felizmente, esta realidade está mudando. Aos poucos, a sociedade tem se conscientizado sobre a crueldade dos testes em animais. Para acompanhar este progresso, as leis de proteção aos animais também têm evoluído.

Vários estados dos EUA introduziram legislação exigindo que os laboratórios coloquem os animais para adoção após a conclusão da pesquisa.

Enquanto isto, nos estados que ainda não sancionaram a lei, ativistas estão pressionando o governo.

Em Maryland, defensores dos direitos animais criaram uma petição online dirigida à Assembléia Geral do estado e aos presidentes da Universidade Johns Hopkins e da Universidade de Maryland – ambas opostas à legislação – para exortar o governo a aprovar a lei.

A crueldade nos laboratórios

Os animais explorados em laboratórios passam a vida inteira em gaiolas minúsculas, privados de qualquer conforto.

Eles frequentemente são queimados, cortados e espetados como parte dos experimentos. Muitas vezes produtos são aplicado nas peles destes animais ou eles são forçados a ingerirem drogas que podem ter efeitos terríveis para a saúde.

Por fim, quando os laboratórios concluem as pesquisas, os animais são abandonados ou mortos depois de um vida de sofrimento.

O caso do Instituto Royal

Em 2013, centenas de ativistas invadiram o Insituto Royal e resgataram cerca de 200 cães que eram explorados em testes realizados pela empresa.

Os animais recuperados foram então colocados para adoção.

Em sua maioria, os cachorrinhos da raça beagles -considerada a mais “puros” geneticamente- eram submetidos a vivissecção.

Além dos cães, coelhos e ratos também foram resgatado do laboratório.

Créditos: R7

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